A morte de Eduardo Campos (1965 – 2014)

A morte de Eduardo Campos, ex-governador de Pernambuco e candidato a Presidência, que ocorreu ontem, dia 13 de agosto, impactou diretamente a todos no país e no mundo.

O noticiário nacional e internacional fez diversas matérias sobre o assunto e hoje (e provavelmente até o final dessas eleições) ainda será um tema muito presente. Ainda ontem, em uma discussão com amigos, perguntaram-me: “O que isso representa para a economia?”. Bem, quero tentar explicar de forma breve o que esse acontecimento representa em termos econômicos.

Em linhas gerais, um prefeito, governador ou presidente, é o chefe executivo de uma nação (a exemplo de um presidente de uma empresa) e as decisões que ele toma impactam diretamente na vida da nação. Consequentemente, as relações econômicas (que são aspectos totalmente ligados à vida prática), também sofrem impactos.

No caso de um candidato a presidente, sempre existem expectativas e apostas com relação ao seu desempenho nas eleições. Com a morte de Eduardo Campos, todas as expectativas e apostas nele foram perdidas. De forma prática (em termos financeiros): pessoas e empresas investiram na candidatura de Campos; com sua morte, esses investimentos se revertem em “prejuízo”. Isso se reflete de forma mais clara na bolsa de valores.

Mais informações
http://bit.ly/1KTdo19
http://bit.ly/1KTdqWY

Créditos da imagem
http://bit.ly/1iOQJZG

3 thoughts on “A morte de Eduardo Campos (1965 – 2014)

  • Nunca parei pra pensar por esse lado e tenho que concordar! Há muita verdade nesse texto.
    Eu imaginava que a relação do falecimento com a bolsa de valores cair era mais para o lado de mudança no foco dos investidores pela notícia simplesmente, ou perda de fé nos candidatos restantes frente a especulações. ..

    • Sandro, você está correto. Esse aspecto de “mudança no foco” é o que chamamos de expectativas. É por conta das mudanças de expectativas que os mercados oscilam tanto. Contudo, eventos como, em particular, a morte de um grande político, além de mudar expectativas, gera oscilações por conta dos financiamentos de campanha, dentre outros fatores. Um abraço!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.