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Fim da escala 6x1: produtividade e transição nas empresas

Análise Econômica · · 1 min de leitura

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Como avaliar uma mudança profunda na jornada de trabalho?

É preciso considerar o bem-estar dos trabalhadores e a capacidade de reorganizar a operação. Na VEJA, em fevereiro de 2026, André Galhardo, economista-chefe da Análise Econômica, comenta o debate sobre o fim da escala 6x1. O economista chama atenção para o tempo consumido pelo deslocamento e para a importância de conduzir uma mudança desse porte com calma.

Nossa leitura é que empresas devem mapear cobertura de atendimento, sazonalidade, produtividade e necessidade de contratação antes de estimar o impacto. Multiplicar horas reduzidas pelo custo atual pode produzir uma conta incompleta, pois processos também podem ser redesenhados. A transição exige diálogo e simulações por função. Como a reportagem trata de um debate, seu conteúdo não deve ser confundido com uma regra já vigente: o planejamento precisa acompanhar o texto efetivamente aprovado, se houver.

Matéria original: “Fim da escala 6×1: mudança profunda deve ser feita ‘com calma’”, VEJA.

#Trabalho e produtividade#Risco e estratégia#Atividade econômica#AE na imprensa

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