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Geopolítica e empresas: o custo de um mundo em tensão

Análise Econômica · · 1 min de leitura

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Um cenário geopolítico mais tenso muda o planejamento empresarial?

Sim, mesmo quando os preços de alguns ativos parecem tranquilos. Na VEJA, em janeiro de 2026, André Galhardo, economista-chefe da Análise Econômica, participa da discussão sobre um ambiente internacional marcado por conflitos e maior preparação militar. A ausência de uma reação imediata intensa do petróleo não eliminava outros riscos.

Nossa leitura é que empresas devem observar os canais de transmissão: restrições comerciais, rotas de transporte, energia e acesso a insumos. Um fornecedor barato pode se tornar uma dependência cara se sua entrega for interrompida. O planejamento precisa comparar custo de aquisição com risco de continuidade, identificando alternativas e estoques essenciais. Incorporar a geopolítica à estratégia não exige prever cada conflito; exige conhecer onde a operação está vulnerável e quanto tempo consegue funcionar diante de uma interrupção.

Matéria original: “Os 30 anos de ‘paz pós-Guerra Fria’ acabaram, o mundo se ‘arma’ para os conflitos”, VEJA.

#Geopolítica#Comércio exterior#Risco e estratégia#AE na imprensa

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