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Guerra e Selic: como o petróleo entra na decisão

Análise Econômica · · 1 min de leitura

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Uma guerra pode alterar o ritmo de queda da Selic?

Pode, se seus efeitos mudarem o cenário de inflação e de expectativas. Na VEJA, em março de 2026, André Galhardo, economista-chefe da Análise Econômica, comenta como o conflito no Oriente Médio entrava na avaliação da política monetária. O petróleo era um canal importante, sem permitir concluir automaticamente que toda a trajetória futura dos juros já estava definida.

Nossa leitura é que empresas enfrentam um possível efeito duplo: energia mais cara e financiamento menos favorável do que o previsto. Projetos que dependem de cortes rápidos de juros merecem ser testados com uma trajetória mais lenta. A análise deve combinar margem operacional, custo da dívida e capacidade de caixa. O papel do cenário econômico é revelar essa sensibilidade, ajudando o gestor a decidir sem confundir uma reunião do Copom com o ciclo completo da política monetária.

Matéria original: “Entenda como a guerra no Oriente Médio pode influenciar a decisão sobre a Selic”, VEJA.

#Juros e crédito#Geopolítica#Inflação#AE na imprensa

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