Real forte e juros altos: ganhos e custos para empresas
Análise Econômica · · 1 min de leitura

Um real mais forte significa um ambiente melhor para todos?
Não. Na reportagem da IstoÉ Dinheiro de fevereiro de 2026, André Galhardo, economista-chefe da Análise Econômica, participa da análise de uma valorização do real em um ambiente de apetite internacional por risco. A cautela do Banco Central e a credibilidade monetária também ajudavam a compor a leitura sobre os juros brasileiros.
Taxas elevadas podem sustentar a atratividade da moeda, mas impõem custos a quem financia estoques e investimentos. Nossa interpretação é que a empresa deve medir o saldo dos dois efeitos. Importadores podem economizar na conversão cambial e ainda enfrentar capital de giro caro; exportadores podem ter menor receita em reais. O orçamento ganha clareza quando separa resultado operacional, exposição à moeda e despesa financeira, evitando usar a valorização do real como sinônimo de melhora universal.
Matéria original: “Real sobe com dólar fraco ante emergentes e apetite por risco em Nova York”, IstoÉ Dinheiro.
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