Tarifas e dólar: o que a correção muda para empresas
Análise Econômica · · 1 min de leitura

Uma correção cambial exige rever os preços imediatamente?
Depende da exposição, da duração esperada e da capacidade de absorção da margem. Na reportagem do Correio Braziliense de março de 2025, André Galhardo, economista-chefe da Análise Econômica, participa da avaliação da alta do dólar. O movimento reunia correção após quedas e dúvidas sobre tarifas americanas e atividade nos Estados Unidos.
Nossa leitura é que empresas devem avaliar a cotação junto do custo de reposição, dos estoques existentes e dos contratos de venda. Repassar toda oscilação diária pode prejudicar a relação comercial; ignorar uma pressão persistente pode comprometer o resultado. Uma política de preços com critérios definidos permite distinguir ruído e mudança relevante. O acompanhamento do câmbio ajuda mais quando alimenta essa regra de decisão, em vez de produzir uma revisão urgente a cada manchete.
Matéria original: “Dólar volta a subir e fecha a R$ 5,73, com exterior de olho em tarifas de Trump”, Correio Braziliense.
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